ECONOMIA CRIATIVA: UM CAMINHO PARA A COMUNICAÇÃO

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Para finalizar as mesas da manhã desta sexta-feira, dia 16, os participantes do Intercom Sul 2017 tiveram a oportunidade de participar de um debate sobre “Configurações e reconfigurações midiáticas digitais – Economia Criativa e Personalidades Profissionais Contemporâneas” que ocorreu no UCS Teatro.

O primeiro a falar foi o professor do programa de Pmesa 3 (7)ós-Graduação em Indústrias Criativas da Feevale Cristiano Max Pereira Pinheiro. Pinheiro contou sua trajetória que culminou no envolvimento com a Economia Criativa, fez uma conceituação sobre o tema e seu conceito em diferentes locais do mundo. Essa conceituação serviu de base para que os próximos palestrantes abordarem seus temas.

Pinheiro citou que, há mais ou menos uma década, o Brasil iniciou a discussão sobre a Indústria Criativa. “Foi neste momento que começou a ficar muito claro o papel da comunicação, auxiliar a entrada de diversos setores criativos no mercado. O país iniciou uma série de debates para entender como era a dinâmica de empregos e negócios que estavam sendo modificados a partir destes setores que trabalham com criatividade que é a Indústria Cultural.”

O professor destacou que as habilidades que adquirimos nos cursos de comunicação nos permitem um amplo leque de opções e nos torna mais flexíveis para atuar no mercado. “A Economia Criativa serve como abertura de mercado para os profissionais de comunicação. Precisamos aceitar a Indústria Criativa”.

mesa 3 (23)O segundo palestrante foi Francisco Machado Pereira mestrando do programa de Pós-Graduação em Indústrias Criativas Feevale. Pereira comentou sobre a difícil tarefa de rotular-se. “A nossa formação acadêmica é uma coisa, a formação de trabalho e vida acaba sendo muitas outras coisas, especialmente no setor criativo”, ressaltou.

Pereira contou que sua formação em jornalismo possibilitou a relação com sua outra atividade, músico. “É comum, na área criativa, essa prática de mesclar as atividades na carreira. Acabamos fazendo muitas coisas pelo prazer do que pelo retorno financeiro, como retorno enriquecemos nosso currículo trazendo um possível reconhecimento, no futuro.

mesa 3 (29)Para finalizar o debate da mesa, Iraci Cristina da Silveira De Carli, doutoranda do Programa de Pós-Graduação de Turismo e Hospitalidade – UCS, ressalta a importância dos games.  “Os games têm o poder de engajar e envolver as pessoas”.

De Carli apresentou algumas estatísticas sobre o universo dos games. Números que nos mostram que um grande mercado está disponível para ser explorado. “O Brasil é o 12º na lista dos maiores consumidores de jogos do mundo”, salientou.

Conforme informações da doutoranda, os investimentos em aplicativos de turismo estão em processo de expansão na região, um ótimo incentivo para a indústria criativa. “A hospitalidade não tem a ver apenas com acolhimento, mas com a imagem simbólica com que o local passa”.

 

Texto: Milene Rostirolla

Fotos: Tsheislin Ramos

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